sábado, 13 de abril de 2013

Prosa - O Globo (13 de abril de 2013): A fluidez do intraduzível – Nova versão de “Ser e tempo”, obra fundamental do pensador alemão Martin Heidegger, ganha em legibilidade e rigor filológico, por Roberto Kahlmeyer-Mertens. S.


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23 comentários:

  1. Li, no "O Globo", a sua coluna sobre a nova versão da obra de Heidegger, "Ser e Tempo". Nota-se conhecimento, clareza, maturidade, segurança. É um prazer ler os seus trabalhos.
    Carlos Rosa Moreira.

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  2. jose pais de moura simoes14 de abril de 2013 08:34

    Caro dr. Roberto Kahlmeyer.
    Agradeço o envio do seu tão brilhante, lúcido artigo, inserido no jornal "Globo". -13/04/2013.- No lugar apropriado,

    fiz também o meu comentário.

    Abraço sincero.
    jose pais de moura simoes

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  3. Mais uma vez!!!!!!!!! Niterói tem um intelectual de primeira grandeza, ora!

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  4. Alexandra Cardinout14 de abril de 2013 09:09

    Querido mestre! Nada abaixo do que você merece!Sua inteligência e intelectualidade se confirma na bela pagina do Jornal O Globo! Parabéns

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  5. Belo artigo destacado por sua qualidade. Pela minha contagem é o quinto texto em O Globo, ou seria o sexto? Continue assim querido Roberto!

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  6. Que maravilha mestre Kahlmeyer. Parabéns!!!

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  7. Muito legal! Parabéns e um grande abraço.

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  8. Li ontem cedo. Parabéns.Vou ler essa nova versão. a 1a que li, foi pauleira....

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  9. Nathália Venturini14 de abril de 2013 10:06

    Pois é Roberto! Bastou vc pular a poça e desenvolver o mesmo trabalho sério na cidade do Rio de Janeiro para o mérito que vc não recebeu aí em Niterói aparecer! Quantos daquele movimento provinciano já publicaram textos de tão alto-nivel e destaque em O Globo? O Globo é o maior jornal do Brasil e o suplemente Prosa & verso o mais importante. Não é jornaleco! Parabéns!

    Nathy

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  10. Me lembrou a boa época de Marco Lucchesi em Niterói!

    Saudações efusivas do
    Raul de Oliveira

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  11. Excelente artigo, prof. Kahlmeyer!
    Niterói deve estar orgulhosa de vc!

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  12. Veronica Barros de Andrade14 de abril de 2013 11:15

    Aí, Robertinho: fluindo no intrduzível, hein? Parabéns, meu amigo!!!

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  13. Parabéns, caro Roberto. Chegar ao Prosa (outrora "Prosa & Verso") não é pra qualquer um. Privilégio tê-lo como coetâneo, quiçá como amigo.

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  14. Sou muito fã do tal Kahlmeyer!

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  15. Parabens Professor Roberto S.Kahlmeyer-Mertens,em filosofia, a fluidez do intraduzível será sempre causa
    de controvérsias. Destaca-se "in casu", a legibilidade
    e o rigor filológico de sua interpretação relativa às traduções nos textos filósóficos de Martin Heidegger.
    Desde os anos 70, época em que no Brasil foram publicadas as primeiras versões de Heidegger para o português, permaneceram algumas dúvidas quanto ao lato sentido de algumas palavras e em sua pesquisa obtivemos alguns básicos esclarecimentos, que vieram corrigir errôneas interpretações,contidas nas traduções de "SER E TEMPO".
    Efusivas congratulações e esperamos que prossiga a nos elucidar "o intraduzível", Messody Ramiro Benoliel (Presidente da Cinquentenária Academia Brasileira de Trova) Rio de Janeiro 14 de abril de 2013

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  16. Diogo Silva Campos14 de abril de 2013 12:36

    Hehehehe Blog bem frequentado! Parabéns ao Kahlmeyer!

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  17. Texto de um verdadeiro INTELECTUAL!!!

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  18. Olá Roberto,

    Eu lera no jornal impresso ontem, e ia enviar mesmo meus parabéns por abordar “Ser e tempo” focando no rigor textual/filológico do tradutor – Prof. Castilho. Aliás, ao professor da Unicamp também estendo os Parabéns, pois Heidegger, a meu ver, em outra língua sem a notável precisão do idioma alemão é difícil de atingir a profundidade de suas abstrações.

    Abraço,

    Carlos Trigueiro

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  19. Importante, de fato, mais esse trabalho de nosso confrade Roberto Kahlmeyer que nos traz a essência do sentido do texto original, possibilitando a todos a exata interpretação da obra, sobretudo em se tratando do idioma de Heidegger.Estamos, a propósito, de parabens pelo retorno de Kahlmeyer ao convívio niteroiense. Abraços do Antonio Soares ASO.


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  20. Falber Reis Freitas15 de abril de 2013 09:15

    Obrigado, Roberto, por compartilhar a resenha comigo.

    Essa atividade de tradução é realmente muito espinhosa, mas o que seria dos estudiosos que não têm acesso direto aos idiomas se não fosse o trabalho dos tradutores, ainda que “traidores”, como diz a famosa frase.

    Grande abraço,

    Falber

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  21. Notória, admirável e digna de todos os louros a sua lucidez intelectual Mestre Kahlmeyer!

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  22. Gilson Rangel Rolim15 de abril de 2013 18:16

    Prezado Roberto.

    Li, com prazer e atenção, seu interessante artigo na página literária de O GLOBO.

    Pareceu-me uma apreciação correta, sobretudo sobre a importância de ser o texto traduzido fiel ao original; o que não é facil, tratando-se de texto filosófico.

    Abç. Gilson

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  23. IRENE DE SÁ (COIMBRA - PORTUGAL)15 de abril de 2013 21:45

    MINHAS PROFUNDAS E SOLENES MANIFESTAÇÕES DE RESPEITO. CONGRATUÇÕES AO JOVEM INTELECTUAL PROF. DR. KAHLMEYER-MERTENS.

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