O eclético cronista, contista, jornalista, poeta
e desenhista Antônio Soares (literariamente Aso) prepara, para este ano, um livro
que promete boas críticas. Sabendo como criar a expectativa aos seus leitores
(técnicas, quem sabe, aprendidas com o “Amigo da Onça”, que ele desenhou para o magazine O Cruzeiro depois da morte de Carlos Estevão), Aso apenas envia ilustração, feita de próprio punho,
dos personagens de seus principais contos.
Esquadrão da morte em "Nada a ver com a filha do prefeito"
Em vez de "A Pantera (que é animal esrangeiro) Côr de Rosa", vem à cena policial "A Jaguatirica (bicho tupiniquim) Côr de Abóbora". Assim a reportagem especializada criou o "Inspetor Cruz-ô", ironizando o franzino detetive Aldenir Moura ("Miúdo" para os íntimos ... e os demais também) que investigava os sucessivos óbitos - acidentes fatais, segundo a Perícia - ocorridos no Edifício Encarnação, atribuindo-os a um "Esquadrão da Morte".
O ananicado tira, entretanto, insistia na tese de assassinatos, não descartando também a sinistra
hipótese de que um "serial killer" vinha ceifando vidas no condomínio.
hipótese de que um "serial killer" vinha ceifando vidas no condomínio.
Eis o mistério focalizado em "Nada a Ver Com a Filha do Prefeito" que o leitor encontrará no livro
"- Ouçam-me, por favor! Estou aqui! e outros contos ilustrados" que o jornalista/cartunista Antônio Soares (Aso) editará ainda neste semestre.
"- Ouçam-me, por favor! Estou aqui! e outros contos ilustrados" que o jornalista/cartunista Antônio Soares (Aso) editará ainda neste semestre.
Divulgação
Cultural
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