quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

"A morte de um leão", poema de Leconte de Lisle



Leão morto (Löwendenkmal), monumento em Luzern - Suíça
(Clique sobre a imagem para ampliá-la)
                                                                                                                 
            

                                                                                                                                 Leconte de Lisle

La mort d’um Lion


Étant un vieux chasseur altéré de grand air,
Et de sang noir des boeufs, Il avait l’habitude
De contempler de haut les plaines et la mer,
Et de rugir em paix, libre em as solitude.

Aussi, comme um damné que rode dans l’enfer,
Poour l’inepte plaisir de cette multitude
Il avait et venait dans sa cage de fer,
Heurtant les deux cloisons, avec sa tête rude.

L’horrible sort, enfin, ne devant plus changer,
Il cessa brusquement de boire et de manger:
Et la mort emporta son âme vagabonde.

Õ coeur toujours en proie à la rébellion ,
Qui tournes, haletant, dans la cage du monde,
Lâche, que ne fais-tu comme a fait ce lion?


A morte dum leão


Ávido do ar livre era um velho caçador
Ao sangue negro dos bois habituara-se
E do alto as planícies e o mar a contemplar.

No inferno vagando como um réprobo,
Desta multidão pro prazer estéril
Na janela de ferro andando pra lá e prá cá,
A rude cabeça contra dois tabiques batendo.

O infausto destino, por fim, agora consumado:
De beber e comer bruscamente cessou,
E a alma vagabunda a morte levou-lhe.

Oh, coração, pela revolta sempre atormentado,
O qual, arquejante, pra janela do mundo regressas,
Covarde, por que não ages como o fez este leão?








Divulgação Cultural
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Uma casa, um poeta e o Sebastião, artigo de Emmanuel Macedo Soares.


Enquanto lia o testemunho afetivo de Emmanuel sobre o poeta araruamense José Geraldo da Conceição Caú, veio-me de imediato à memória aquela música do Gonzaguinha que diz assim: “Enquanto eu acreditar que a pessoa é coisa ‘mais maior de grande’...” (ouça a música ao fim da postagem).
Como ando levando muito a sério essas intuições/memórias que de vez em quando me assaltam, julguei adequado, no dia de hoje – 6 de fevereiro, aniversário de 152 anos de Araruama – publicar o texto que evoca o legado de um dos mais diletos filhos daquela cidade que vem sendo chamada de “Cancún brasileira”.
É a contribuição de vidas como a de Kaú (tão grande que faz com que o Gonzaguinha precise contrariar o vernáculo para expressar toda sua grandeza) que valoriza o capital intelectual e simbólico das gentes e dos lugares.
Encontre o endosso para essas palavras introdutórias no artigo de Emmanuel Macedo Soares, escrito com exclusividade para o Literatura-Vivência:



Uma casa, um poeta e o Sebastião


                                                                                                                   Emmanuel Macedo Soares

O casarão que olhava desde 1872 para a matriz de São Sebastião de Araruama, sede da Câmara, Prefeitura, coletorias e quanto mais ali coubesse, aguardava há vinte ou trinta anos o destino de todo prédio antigo em cidade moderna: ou demolição, ou ruína.
Pois escapou. Virou uma bela Casa de Cultura, bonita, confortável e luminosa como deviam ser todas as Casas de Cultura. E melhor ainda: tomou o nome de um poeta da terra, talvez o de maior mestria no trato das palavras, que partiu moço mas deixou marcas e heranças de sua genialidade.
No registro civil, José Geraldo da Conceição Caú. Kaú para os amigos, alunos, leitores, espectadores, resumindo em três letras uma vida curta, mas múltipla, porque além de poeta lecionava português e literatura, escrevia e montava peças teatrais e ainda lhe sobrava inspiração para pintar ou fuxicar os mistérios insondáveis da filosofia.
Eu o conheci pirralho, quer dizer, quando ele era pirralho. Introvertido, silencioso, angustiado às vezes, mas de uma angústia que não era doente, nascia de sua precoce consciência do mundo. Nos identificamos num montão de coisas e divergimos num montão de coisas, porque divergir é próprio dos gênios, e ele era gênio.
Tínhamos um amigo comum, o Sebastião Raposo, que eu vi nascer, crescer e morrer jovem também, muito mais jovem que o Kaú. Não era poeta, nem precisava ser, porque o que tinha de bondade e pureza no coração e na alma valia por dez ou vinte Lusíadas.
Vem tudo isso a propósito porque o prefeito André Mônica fez uma bela restauração na Casa de Cultura de Araruama e a colocou sobre patronato do Kaú, que por sua vez escreveu um de seus mais sentidos poemas quando da morte do Sebastião.

E aqui vos deixo com os três, o poeta, seu amigo e seu poema:

 
Existe, sempre, a vida...

                              Para Sebastião Raposo

Um corpo descansa...
Nós, os corpos inevitavelmente cansados.
Um dia, um; depois outro.
Nós, os muitos nós das nossas tantas encruzilhadas.
Uma parada, comum, obrigatória,
embora os corações não tenham hora...
Uma palmeira, um cipreste,
uma lajem, sua inscrição...
Meu Deus! Como somos datas,
palavras e números como pedras...
Extremamente vãos os mármores gloriosos de toda competição.
Enquanto a natureza alcança o céu tão fácil,
nós fazemos do ter sólido uma pesada profissão.
A palmeira está, simplesmente, no tronco da vida,
nós, os homens, precisamos da morte
para nos sentir irmãos.
Por que o homem chora?
Porque fica. Ou porque, a cada amigo de que se despede,
também vai indo embora...

Índice de imagens:

Foto 1: Casa de Cultura de Araruama (foto oficial de divulgação);
Foto 2: Kaú no traço da artista plástica Luzia Nametalla;
Foto 3: Uma das últimas fotos do poeta Kaú (acervo da família).



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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

A poesia crepuscular de Lena Jesus Ponte


Poesias inéditas de Lena Jesus Ponte, exclusivas para o Literatura-Vivência:

Foto:  Steffane S. Tristão. Luzes da noite. 



                                                                                                                      Lena Jesus Ponte

Crepúsculo urbano


Um helicóptero deseja ser pássaro,
canta metálico.
Pálido, o Cristo sobre a montanha
afasta as asas cortantes.
Estridente, o fim do dia buzina.

Uma estrela se infiltra na paisagem,
pede passagem para a poesia.


* * *

Queda livre

Não tenho o álcool,
o ópio,
o lexotan,
o sono nem a morte
para me dar suporte.

Tenho a cirurgia sem anestesia,
o corte e a dor,
hemorragia que não estanca,
a cor vermelha sobre fundo branco.

* * *

Era uma vez, quase noite...

                         (para papai, in memoriam)

Ontem meu pai chegou
em inesperada visita.
Eu tomava café.
Ofereci a ele uma xícara.
Fumou um cigarro na janela.
Falou de umas tantas andorinhas
que trançavam o fim do dia...
Contei-lhe dos bisnetos que não conheceu.
A cada graça das crianças, ele sorria...

Na hora de ir embora,
sua mão de vazios pega a minha,
e a voz de neblina convida: − Vem comigo?

Eu quase que ia...

* * *

De passagem

Na rua dorme um menino
sem lençol de afeto.
Na rua sonha um menino
sonhos sem imagens.
Na rua seca um menino
sem sequer as miragens de um deserto.

O menino dorme,
abraçado à calçada,
aconchegado ao cimento.
Que faz todo mundo neste momento exato?
Dormimos todos um sono profundo.

***



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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O Desejo segundo Lorca e Alonso


Quem um dia afirmou que o desejo era problema pertencente à dialética hegeliana precisa dar uma boa lida em Lorca e em Alonso... O desejo é dos poetas.


Flamenco, Anônimo.


Desejo

                                                                                                                                  García Lorca


Só o teu coração quente
e nada mais.

Meu paraíso um campo
sem rouxinol nem liras,
com um rio discreto
e uma fontezinha.

Sem a espora do vento
por sobre a copa,
nem a estrela que quer
ser folha.

Uma enorme luz
que fosse
vaga-lume
de outra,
em um campo de
olhares partidos.

Um repouso claro
e ali nossos beijos,
lunares sonoros
do eco,
se abririam mui longe.

E teu coração quente,
nada mais.


(LORCA, García. Livro de poemas, canções e outras poesias. 2ª ed. Trad. Oscar Mendes. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1976. p.108.)


Desejo



Quero a noite de rosas dos teus olhos
para acalanto dos meus dias sidos
e o frescor do luar dos teus cabelos
para orvalhar de lírios meus caminhos.

Quero a brisa de estrelas dos teus passos
para rota dos meus cheios de ocasos
e a música do azul das alvoradas
no silêncio trevoso das esperas.

O brancor de camélia dos teus seios
e a sucata de sombras dos teus gestos
para encher de ternura os meus vazios.

Quero a manhã que trazes pelo corpo,
translúcida de longes siderais,
para sermos um só no amor total!

(ALONSO, José Inaldo. O luar de meus andados. 2ª ed. Niterói: Nitpress, 2009. p.50)





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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Iberê Camargo, sua "trivia" e seus processos

O que dizer de Iberê Camargo na postagem de hoje? Talvez apenas relatar a funda primeira impressão que sua arte me causou em 1996. Grito que reverbera até hoje... Querer mais seria afoitez vadia.



“Arte, para mim, foi sempre uma obsessão. Nunca toquei a vida com a ponta dos dedos. Tudo o que fiz, fiz sempre com paixão”. (Iberê Camargo, 1914–1994)


CAMARGO, Iberê. Tudo te é falso e inútil III (1992).


“ – Minha contestação é feita de renúncia, de não-participação, de não-conivência, de não-alinhamento com o que não considero ético e justo. Sou como aqueles que, desarmados, deitam-se no meio da rua para impedir a passagem dos carros da morte. Esta forma de resistência, se praticada por todos, se constituiria em uma força irresistível [...]
– O drama [...] trago-o na alma. A minha pintura, sombria, dramática, suja, corresponde à verdade mais íntima que habita no íntimo de uma burguesia que cobre a miséria do dia-a-dia com o colorido das orgias e da alienação do povo. Não faço mortalha colorida.
– Por que sou assim?
– Porque todo homem tem um dever social, um compromisso com o próximo.
– Não há um ideal de beleza, mas o ideal de uma verdade pungente e sofrida que é a minha vida, é tua vida, é nossa vida, nesse caminhar no mundo.
– Sou impiedoso e crítico com minha obra. Não há espaço para alegria. É difícil revelar o significado das coisas. O Homem olha a sua face, interroga-se e não sabe quem é.
– Acho que toda grande obra tem raízes no sofrimento. A minha nasce da dor.
– A vida dói [...]”.


CAMARGO, Iberê. As Idiotas (1991).

CAMARGO, Iberê. Tudo te é falso e inútil (1992).

"As figuras que povoam minhas telas envolvem-se na tristeza dos crepúsculos dos dias de minha infância, guri criado na solidão da campanha do Rio Grande do Sul."

CAMARGO, Iberê. Fantasmagoria (1987).

"A verdade da obra de arte é a expressão que ela nos transmite. Nada mais do que isso!"


CAMARGO, Iberê. Solidão (1994).

"Não há um ideal de beleza, mas o ideal de uma verdade pungente e sofrida que é a minha vida, é tua vida, é nossa vida, nesse caminhar no mundo."





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sábado, 28 de janeiro de 2012

Aula de lógica com Sandro Pereira Rebel


Texto de Sandro Rebel reproduzindo a aula de lógica não-aristotélica do Professor Dr. Jovelino (Catedrático em Ciências Ocultas e Letras Apagadas). Ao final, não deixem de assistir ao vídeo com acirrada quaestio disputata entre filósofos vários. 


Exemplar da "Lógica", de Aristóteles, datado de 1570


A lógica


                                                                                                                                
Sandro Pereira Rebel


A lógica e a razão,
quando não bem entendidas,
podem gerar confusão
que as torna até descabidas.


Abriu-se vaga de porteiro no prédio e o condomínio, para preenchê-la, cercou-se de todas as cautelas. Cinco candidatos se apresentaram e o síndico cuidou de apanhar, a respeito da vida pregressa de cada um, as referências mais detalhadas. Tratou, principalmente, do item moral: o cidadão haveria de ter, mais que tudo, um caráter acima de qualquer suspeita. Mas preocupou-se também com apurar o atendimento, ou não, por parte dos concorrentes, de outros requisitos igualmente importantes. Nível de educação, grau de urbanidade, os seus hábitos e costumes, a dedicação ao serviço, a assiduidade no exercê-lo, sobre tudo isso procurou informar-se minudentemente, através de entrevistas pessoais com eles, os pleiteantes ao cargo, e de contatos com antigos empregadores deles. À questão da assiduidade e, como um corolário dela, à da permanência no posto em tempo integral, também dedicou especial atenção, até porque, por experiência própria (era síndico há mais de dez anos), e por observações que colhera junto a outros colegas de ofício com vasto conhecimento no ramo, tinha chegado à conclusão de que um dos problemas que mais comumente afetam o desempenho do porteiro de edifício é a tendência que ele tem para não ficar na portaria. É, de fato, esta, uma realidade incontestável: o de que menos um porteiro gosta é de estar na portaria.
Após cumprido assim, com o maior rigor, todo esse exaustivo processo de seleção, a escolha do novo porteiro recaiu no Jovelino, um mulatinho do interior de Minas, simpático, de trato agradável e muito comunicativo, apesar do forte jeitão de matuto presente na cara meio abobalhada. Era pouco ou nada letrado, mas no quesito caráter dera de goleada nos seus competidores, pois, destes, o mais qualificado era o que só tinha tido duas passagens pela polícia. Neste particular, o mineirinho mostrara-se mesmo imbatível. Daí que, ao admiti-lo no emprego, o patrão só cuidou foi de enfatizar para ele a recomendação que diversas vezes já lhe passara durante as preliminares do recrutamento:

– A pessoa, para entrar no prédio, tem que antes dizer seu nome.

– Mas meu nome, doutor? Como é que ela vai saber? E eu digo se ela perguntar?

– Não, Jovelino. Seu nome, no caso, é o nome dela, a pessoa, entendeu? Ela, então, antes de entrar no prédio, tem que dizer o nome dela, o apartamento aonde quer ir e o que vai fazer lá. Sem isto, Jovelino, não abra nunca o portão. Além disso, você tem que apanhar, pelo interfone, a autorização do morador para o visitante subir, entendeu?

Passou-se perto de um mês e tudo ia correndo bem: o empregador satisfeito com o empregado e o empregado satisfeito com o empregador. Mas eis que um dia, ou melhor, uma noite, a desgraça bateu à porta dos dois. Alguém, chegando ao edifício, passou pro Jovelino as informações que este lhe pedira:

– Meu nome é Chico. Quero ir ao apartamento 1002, o do síndico. Vou só fazer uma visitinha a ele. Coisa ligeira.

Nome, destino e propósito assim informados, Jovelino não teve dúvidas: abriu o portão.
No dia seguinte, os jornais estampavam a notícia do assalto e da surra que levara o dono do apartamento “visitado”, com direito até a coronhadas de revólver por haver tentado enfrentar o meliante.
Chamado às falas, Jovelino foi claro:

– Uai, o moço já tinha dito o nome dele e pra onde queria ir. Foi até bem explicadinho: quando passou por mim, deu uma risadinha, acho que por causa da cara de bocó que o pessoal diz que eu tenho, disse que era um tal de “larapo” – que eu logo vi que era o sobrenome dele – e que estava ali a serviço. O diabo desse fone aí estava com defeito, e eu então deixei o moço subir, uai!






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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Academia Fluminense de Letras outorga título de Acadêmico Honorário ao Reitor da UFF



Prosseguindo com a tarefa de divulgar e apoiar personalidades e instituições culturais do estado do Rio de Janeiro, em especial em Niterói, a postagem de hoje trata da solenidade da Academia Fluminense de Letras – AFL, na qual se deu posse, na condição de Membro Honorário, ao Doutor Roberto de Souza Salles, magnífico Reitor da Universidade Federal Fluminense – UFF. A celebração, em toda sua pompa e circunstância, pode ser acompanhada a partir de nossa cobertura fotográfica:

Biblioteca Pública de Niterói - BPN, onde se sedia a Academia Fluminense de Letras - AFL (foto Oficial)


Chegada do homenageado (foto de Lucia Motta, acadêmica da Classe de Belas Artes da AFL)

Plano geral da audiência

Uma comitiva de acadêmicos da AFL e de autoridades estaduais conduzem o Reitor da UFF ao recinto da Academia. Na foto, Roberto de Souza Salles está ladeado pelas acadêmicas Marcia Maria de Jesus Peçanha, Eneida Fortuna de Barros; atrás, o Presidente da Academia Fluminense de Medicina - AFM Alcir Vicente Visela Chacar, entre outros pares.

Com a mesa diretora composta, o Presidente Waldenir de Bragança dá início aos trabalhos
(na extremidade esquerda da mesa a Diretora da BPN, Glória Blauth e a Presidente da Associação Niteroiense de Escritores - ANE, Leda Mendes Jorge (esta última, também acadêmica da AFL).


 
Entre as autoridades presentes estiveram a Aidyl Preis, Professora Emérita e ex-Vice-Reitora da UFF.
O Presidente Wandenir de Bragança faz sua alocução de recepção ao Reitor Roberto de Souza Salles

Waldenir durante o discurso de recepção do colega médico Roberto Salles
na Academia Fluminense de Letras - AFL (Foto: Lúcia Motta).

Idem (Foto: Lúcia Motta).

Idem (Foto: Lúcia Motta).

Idem... (Foto: Lúcia Motta).

Vista parcial da plateia durante o discurso de Waldenir de Bragança.

A Diretoria da AFL dá posse ao Magnífico Reitor Roberto de Souza Salles na condição de Membro Honorário.

Vossa Magnificência, o Reitor Roberto Salles presta o juramento acadêmico.

Entrega do Diploma de membro Honorário da AFL pela Professora  Aidyl Preis. (Foto: Lúcia Motta).

Idem

Entrega da medalha e da farda ao membro Honorário da AFL pela Dr. Alcir Chacar. (Foto: Lúcia Motta).

Os acadêmicos Sandro Pereira Rebel e José Alfredo de Andrade estiveram presentes e estavam felizes em poder trajar o fardão da Academia (o mais novo implemento da atual presidência da AFL).

O Reitor da UFF profere seu discurso de Posse na AFL.

Em seu discurso, o Reitor Roberto Salles lembrou-nos que a homenagem vem ao encontro das comemorações do Jubileu de Ouro da Universidade Federal Fluminens - UFF.

O Reitor defendeu o apoio para instituições que trabalham pela cultura de nosso estado.

Ao fim, o Reitor Roberto de Souza Salles assinou um termo de cooperação por meio do qual a UFF apoiará as atividades da AFL. 

O momento da assinatura do termo de cooperação entre a Universidade e a Academia.

Ao fim da solenidade um grande número de pessoas cumprimentou o Acadêmico Honorário da AFL.

A conversa entre o Reitor da UFF e Alódio Moledo dos Santos


Fim de festa na Casa de Edmo Rodrigues Lutterbach. Roberto Kahlmeyer-Mertens ao lado do busto do célebre fluminense/cantagalense.






 Prezados usuários de Literatura-Vivência, os conteúdos do Blog são franqueados a todos que desejarem usá-los, contanto que creditada a fonte. A observância a este ponto, antes mesmo de ser obediência à rigorosa legislação brasileira de direitos autorais (lei 5,988 de 14/12/1973) é, aqui, apreciada como cooperação com os veículos que ajudam a difundir e apoiar a cultura de nosso estado. Agradecemos, portanto, a dileta referência.


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